janeiro 30, 2018

Para 2018: Teto e Afeto - "Lar é onde o coração está".

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Para 2018: Teto e Afeto.
Lar é onde o coração está.
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O ano de 2018 em sua totalidade de vibrações energéticas dará impulso às questões meritórias: reatividade às escolhas, encerramentos cármicos, avaliação derradeira de sentenças com vistas ao cumprimento das justas causas, enfim, direcionamentos em consumação aos aspectos de COLHEITA, pessoal e coletivo. Um ano de JUSTIÇA... a resposta do universo a cada um de nós. Tanto no pólo positivo ou negativo desse processo, o reencontro, reconhecimento ou reafirmação de nosso verdadeiro "lugar" no mundo - interior ou exterior, e um como reflexo do outro - será uma tônica natural e necessária... Mais do que nunca seremos chamados à tomar posse do "lar interior", da real e inesgotável fonte amorosa que reside em nós, pela ativação de nosso centro de força interno: o chacra cardíaco. A manifestação da justiça divina através da tomada de CONSCIÊNCIA no exercício do amor como centelha divina depositada em todos os seres da criação. Hora da colheita para quem já encontrou morada e para quem precisará regressar... "Lar é onde o coração está".
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"Duas coisas são essenciais na vida: Teto e afeto.
Teto com afeto é lar.
Casa só se torna lar quando comporta marcas na parede registrando o crescimento do menino, xícara com asinha lascada de tanta prosa e chá, panela queimada no clássico de domingo, saudade estampada no porta retrato da sala.
Não importa quão longe você queira ir, não importa de quem você deseja fugir, seu lar é onde seu coração está.
Ele segue com você e não é preciso ser como Carl, personagem do desenho: 'Up Altas Aventuras' - viúvo de 78 anos que para manter uma promessa feita à falecida esposa, sai com a casa pelos ares amarrada a balões de gás - para entender que nos livramos de telhas e tijolos, mas ficamos atados àquilo que um dia transformou toda essa arquitetura num lar de verdade.
É difícil fechar a porta quando as lembranças criaram raízes e a poeira é relíquia de tempos bons. A gente recomeça e sem querer está repetindo a mesma organização, tentando eternizar aquilo que é familiar.
'Lar' pode ser alguém - geralmente é.
É pra lá que nosso coração se dirige quando encontra-se perdido, exilado, estafado.

Não importa a mobília, a decoração, a sofisticação. O coração não tem memória palpável mas reconhece o que é verdadeiramente humano.
No fundo, queremos apenas nos sentir seguros - simplesmente 'em casa'."
Autoria: Fabíola Simões.
Fonte: A soma de todos os afetos.
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Amizade, o vínculo afetivo que nos une às pessoas...
Surge um problema em sua vida e parece que o mundo está desmoronando em volta de você. Você sente a necessidade urgente de conversar com alguém, mas não com qualquer um. Pega o telefone, disca um número e, após alguns minutos, começa a se sentir muito melhor. A voz do outro lado está há vários quilômetros de distância, mas deu ouvidos ao que acontecia com você, disse o que pensava sobre aquilo e, então, você se sente reconfortado.
Amizade. A palavra é bonita e o sentimento é um dos melhores. É esse laço invisível que nos une aos outros. Um vínculo afetivo que nasce com pessoas que cruzam nosso caminho e, de forma quase mágica, se transformam em seres imprescindíveis em nossas vidas. É uma relação entre iguais, que nos dá a satisfação de compartilhar experiências, nos sentir seguros e confiar por completo em alguém.
Existem vários tipos de 'amigos' e, consequentemente, de amizades. Vamos nos concentrar na amizade verdadeira. Na amizade na qual ninguém se impõe, nem se programa. É construída aos poucos, baseada em esforço e dedicação de ambas as partes. Com o passar do tempo, essa relação cria um vínculo forte o suficiente para se manter e se prolongar no tempo.
Valores nos quais se baseiam a amizade
Buscamos refúgios em nossos amigos para que eles nos ajudem com nossos problemas. Escutamos seus conselhos, porque não nos julgam, não nos dizem o que queremos ouvir, mas sim o que é, verdadeiramente, melhor para nós. Confiamos a eles nossos segredos, nossas inquietudes e nossos projetos. Também são a quem recorremos para que façam parte de nossas alegrias.
Uma verdadeira amizade não entende de distância, de horários, nem tem data de validade. É uma relação na qual buscamos e oferecemos apoio mútuo. Um bom amigo nunca anula o outro, mas sim o ajuda a superar os problemas. A amizade se baseia na empatia, ou seja, na capacidade de compreender e se colocar na pele da outra pessoa, de sofrer e se alegrar com ela. É um vínculo que nos capacita a 'dividir as tristezas e multiplicar as alegrias'.
Uma relação saudável e construtiva se baseia em valores, tais como a sinceridade, a compreensão, o afeto mútuo, no respeito, a comunicação, a entrega, a preocupação com o outro, a confiança sem limites, a paciência, a capacidade de escutar e em saber perdoar. A coerência, a flexibilidade, o generosidade, a gratidão e a lealdade são outros valores, para se ter em conta, na consolidação de uma relação de amizade.
Benefícios da amizade:
Nossa condição de seres sociais é o que cria a necessidade, quase imperial, de estabelecer relações e vínculos com outras pessoas. A amizade, portanto, é importante na vida de uma pessoa, pois tem consigo uma enorme carga emocional. Diz o ditado que 'quem tem um amigo, tem um tesouro', e ele tem toda a razão. Se sentir querido por alguém com quem não temos laços sanguíneos dá satisfação e certo apoio emocional. Esta ligação fortalece nossa autoestima e o prazer de nos sentirmos acompanhados. Além disso, nos proporciona confiança e segurança de contar com o respeito de alguém nos momentos difíceis.
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"Ama e faz o que quiseres.
De uma vez por todas, uma pequena regra é exigida de ti: ama e faz o que desejas.
Se tu manténs o silêncio, faz isso por amor;
Se gritas, faze-lo por amor;
Se corrigires, corrigirás com amor;
Se perdoares, perdoarás com amor;
Se evitas punir, faz isso por amor.
Cultiva em ti a planta do amor, pois dela só poderá vir o que é verdadeiramente bom.
Por amor.
Quem ama nunca faz o mal, e é para o bem que nascemos."

Santo Agostinho.

setembro 12, 2017

Instruções de Nossa Senhora das Graças - A devoção à Medalha Milagrosa.

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Instruções de Nossa Senhora das Graças 
A devoção à Medalha Milagrosa.
Histórico das aparições.
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Nos prometeu a Virgem Maria aos que acolhessem a sua "Medalha Milagrosa":
 “Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças”.
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A devoção a Nossa Senhora das Graças teve início com as aparições da Virgem Maria a piedosa irmã Catarina Labouré. As três aparições aconteceram no convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, na rue du Bac, em Paris, na França, no ano de 1830. Na segunda aparição, a Santíssima Virgem mandou que fossem cunhadas medalhas, conforme as visões concedidas a Catarina. Com a aprovação eclesiástica, as medalhas foram confeccionadas e distribuídas, inicialmente na França, e depois pelo mundo todo. A devoção a Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa, como ficou popularmente conhecida entre o Povo de Deus, se espalhou rapidamente, bem como os milagres e prodígios, conforme prometeu a Virgem Maria àquelas pessoas que usarem devotadamente a sua medalha:Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças”.
Na primeira aparição, que aconteceu na noite de 18 para 19 de julho de 1830, data da festa do Fundador, São Vicente de Paulo, Nossa Senhora revelou a Santa Catarina que grandes calamidades e perseguições aconteceriam na França. De fato, uma semana depois explodiu a Revolução de 1830, em Paris. A partir deste fato, “desordens sociais e políticas derrubaram o rei Carlos X, e por toda a parte se verificaram manifestações de um anticlericalismo violento e incontrolável: igrejas profanadas, cruzes lançadas por terra, comunidades religiosas invadidas, devastadas e destruídas, sacerdotes perseguidos e maltratados”. Depois de profetizar estes males, a Virgem Maria disse a Catarina o que elas deveriam fazer: “venham ao pé deste altar: aí as graças serão derramadas sobre todas as pessoas, grandes e pequenas, particularmente sobre aquelas que as pedirem com confiança e fervor. O perigo será grande, porém não deves temer: Deus e São Vicente protegerão esta Comunidade”. Conforme prometeu Nossa Senhora, os padres Lazaristas e as Filhas da Caridade nada sofreram naquele período turbulento da história.
Na aparição seguinte, que aconteceu no dia 27 de Novembro de 1830, Nossa Senhora revela a Santa Catarina Labouré a sua missão. Nesta segunda aparição, a Mãe de Deus aparece vestida de branco, com indizível beleza, trazendo nas mãos uma esfera de ouro que representava o globo terrestre, o mundo inteiro e cada pessoa em particular, que estão sob os seus cuidados maternos. De repente, Catarina vê nos dedos da Santíssima Virgem anéis revestidos de belíssimas pedras preciosas, das quais saíam raios muito brilhantes. A respeito destes, Nossa Senhora explicou: “Estes (raios) são o símbolo das graças que Eu derramo sobre as pessoas que mas pedem”. A partir desta imagem e da explicação da Virgem Maria, Santa Catarina compreendeu quão agradável é rezar a ela, quanto ela é generosa para com seus devotos, quantas graças concede às pessoas que lhe pedem, e que alegria ela sente ao concedê-las a nós.
Nesse momento, formou-se um quadro oval em torno de Nossa Senhora, que tinha no alto as seguintes palavras: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”, escritas em letras de ouro. Foi então que a religiosa ouviu uma voz, que dizia: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança”. Logo depois, o quadro girou e Catarina viu o outro lado da medalha, que tinha no centro, o monograma da Santíssima Virgem, composto pela letra “M” e uma cruz acima, que tinha uma barra em sua base. Embaixo, estavam o Coração de Jesus, coroado de espinhos, e o de Maria, transpassado por uma espada. Conforme as promessas de Nossa Senhora, abundantes graças derramaram-se sobre as pessoas que usavam com devoção e confiança a medalha, tanto que esta passou a ser chamada pelo povo cristão de “Medalha Milagrosa”.
Depois de alguns dias, em dezembro de 1830, Nossa Senhora apareceu pela terceira e última vez a Santa Catarina. A vidente contemplou a Rainha do Universo novamente vestida de branco, segurando um globo de ouro encimado por uma pequena cruz. Dos seus anéis, ricamente ornados de pedras preciosas, jorravam, com intensidades diferentes, a mesma Luz, radiosa como a do sol. A este respeito, contou depois Santa Catarina: “É impossível exprimir o que senti e compreendi no momento em que a Santíssima Virgem oferecia o Globo a Nosso Senhor. Como estava com a atenção voltada em contemplar a Santíssima Virgem, uma voz se fez ouvir no fundo de meu coração: Estes raios são símbolo das graças que a Santíssima Virgem obtém para as pessoas que Lhas pedem. Estava eu cheia de bons sentimentos, quando tudo desapareceu como algo que se apaga. E fiquei repleta de alegria e consolação…”
Atualmente, a devoção a Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa está presente no mundo inteiro, devido à propagação da devoção realizada pela Família Vicentina, pela Associação da Medalha Milagrosa e pelos fiéis devotos da Virgem Maria. Ainda hoje, a Virgem Maria continua derramando graças abundantes sobre as pessoas que devotadamente lhe pedem. Entretanto, na segunda aparição, a Santíssima Virgem fala dos seus anéis dos quais não partem raios, que simbolizam as graças que esquecemos de lhe pedir. Isto significa que Nossa Senhora não derrama mais graças sobre nós porque não recorremos a ela. Por isso, propaguemos esta devoção e peçamos sempre a intercessão da Mãe do Senhor, para que cada vez mais graças se derramem sobre nós. Rezemos, façamos jejuns e penitências de modo especial pelos Cristãos do Egito, da Síria e de tantos outros países, nos quais tantos Cristãos são perseguidos e mortos por causa do nome de Jesus. Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!
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Medalha Milagrosa - original.
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Autoria do texto: Natalino Ueda.
Fonte: Blog Canção Nova
 
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