setembro 15, 2012

Wagner Borges - Quando o Amor desperta a Consciência, tudo muda!

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Quando o Amor desperta a Consciência, tudo muda!
Wagner Borges
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"(...) Esse é o destino de todos os homens, de todos os lugares. Mesmo que eles ainda não saibam disso e se permitam pensar e agir egoisticamente, o Amor estará neles. (...)"
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Ninguém escapa do Amor. Mesmo naqueles espíritos empedernidos no ódio e na teimosia, ele opera sutilmente na casa secreta do coração. Docemente, com grande habilidade, o Amor faz sua morada silenciosa no ser. O Amor é inevitável! Ele não vem. Já está! Ao longo das eras, inexoravelmente, sob a ação de muitas experiências e suas repercussões cármicas, todos os seres o encontrarão em si mesmos. Mesmo no seio das trevas conscienciais, ele está! Silenciosamente, nos bastidores conscienciais, ele opera pacientemente, pois sabe que as coisas mudam, e sempre há chances de eterno recomeço e aprendizado. Sim, todos estão destinados ao Amor. E não há como alguém mensurar a magnitude do seu poder de transformação no ser. Só se sabe que, quando o Amor é percebido, tudo muda! E nada mais será como antes. E isso não tem tempo ou lugar.
No passado, no presente ou no futuro, no infinito do tempo - Eons? Tempo algum? Quem sabe? -, é o Amor que sempre dá as cartas e bate o jogo. Ninguém o vê, e, nos momentos de crise – que também suscitam mudanças de paradigmas antigos e desgastados e permite novos aprendizados -, muitos se fecham e até mesmo o negam solenemente. Contudo, ele é paciente e sabe que tudo muda. Eles surfam no infinito e no céu dos corações, docemente, com grande habilidade. Não há como detê-lo! Ele conhece tudo e, inexoravelmente, será percebido no momento certo do despertar de cada um. E, quando alguém o descobre viajando pelo céu de seu coração, passa a vê-lo nos demais também. Então tudo muda, e nada mais será como antes. Um jorro contínuo de bem-aventurança percorrerá todas as fibras de seu ser, dos pés à cabeça, iluminando todos os seus chacras. E energias maravilhosas serão exteriorizadas silenciosamente de sua aura para todos. Esse é o destino de todos os homens, de todos os lugares. Mesmo que eles ainda não saibam disso e se permitam pensar e agir egoisticamente, o Amor estará neles. Quem descobre isso, mesmo que de forma parcial e ainda sem ter despertado plenamente, é tomado de grande assombro. Sente que um pouco desse Amor é mais do que tudo já experimentado antes. Percebe que até mesmo os espíritos empedernidos nas trevas conscienciais sentem um pouco disso em si mesmos. Por isso, eles lutam tanto contra o despertar da consciência; têm medo das inevitáveis transformações que o Amor causa nos corações. Sabem que as paredes trevosas que construíram em torno de si mesmos não conseguirão impedir o “big-bang consciencial” de acontecer. Têm medo de que apenas uma centelha desse Amor se torne uma super-nova no céu de seus corações. Então, como autodefesa, dizem-se das trevas. Porém, como todos os seres, eles são do Amor. Sim, sentir um pouco desse Amor já vale tudo! Faz pensar que mesmo quem carrega trevas nas intenções e nos atos, também carrega um tesouro secreto no coração. Faz pensar que todos os homens são irmãos, mesmo que a maioria ainda não perceba isso adequadamente. Não importa! O despertar é inevitável, e o Amor é paciente. Lá no meio das trevas do ego está surgindo uma super-nova consciencial. Feliz daquele que já viu essa Luz amorosa eclodindo perenemente em seu coração. Como ensinava o mestre Ramakrishna: “Sem Amor ninguém segue...”
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Nota do autor:
* Enquanto passava a limpo esse material, lembrei-me de um texto inspirado, que pode acrescentar algo bem legal nesses escritos:
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Reta Memória
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Esqueçamos as coisas tristes que nos vexaram e humilharam,
As esperanças que, embora há muito acalentadas, nos foram negadas;
Esqueçamos.
Esqueçamos as pequenas banalidades que nos atormentaram,
Os erros maiores que por vezes ainda nos pungem;
O orgulho com que algum soberbo nos desdenhou;
Esqueçamos.
Esqueçamos as faltas e falhas de nosso irmão,
O ceder às tentações que o assediam
E que ele, quiçá, embora inúteis, sejam as mágoas,
Que não pode esquecer.
Mas bênçãos múltiplas, e passados merecimentos,
Palavras amáveis e atos caridosos – uma multidão incontável,
O pecado vencido, a retidão triunfante,
Recordemos sempre.
O sacrifício do amor, o generoso dar,
Quando os amigos eram poucos, o aperto de mão quente e forte,
A fragrância de cada vida de santo viver,
Recordemos sempre.
Todas as coisas que foram boas, verdadeiras e graciosas,
Todo bem que haja triunfado sobre o mal,
Tudo quanto o amor de Deus ou do homem haja tornado precioso,
Recordemos sempre.
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Wagner Borges
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Créditos: http://www.ippb.org.br/
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