novembro 20, 2011

Reconhecendo a diferença entre a intuição e o medo - Autoria: Dra. Judith Orloff

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Reconhecendo a diferença entre a intuição e o medo
Autoria: Dra. Judith Orloff
18/11/2011
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Em “Liberdade Emocional”, a minha abordagem para transformar o medo tem dois estágios. Primeiro, faça um balanço do que o faz ter medo e diferencie os medos irracionais das intuições legítimas. Segundo, tome medidas adequadas para dar atenção aos medos protetores e transformar os outros em coragem.
Às vezes, você pode prever o perigo real, mas mais frequentemente, os temores improdutivos o atacam continuamente. Portanto, como regra geral, treine-se para questionar os medos ligados à baixa auto-estima; todos nós somos dignos do que é extraordinário. Por exemplo, é adequado questionar o medo de que você é muito prejudicado ao amar; mesmo os muito magoados podem ter os seus corações abertos novamente. As verdadeiras intuições nunca o degradarão ou apoiarão atitudes ou comportamentos destrutivos. Aqui estão algumas diretrizes para distinguir os medos legítimos dos irracionais:

Como distinguir o Medo da Intuição - Sinais de uma Intuição Confiável

Transmite informações de forma neutra, sem emoção.
Parece adequado em seu íntimo
Tem um tom compassivo, positivo
Dá impressões nítidas, claras, que são “percebidas” em primeiro lugar e em seguida, sentidas.
Transmite uma sensação imparcial, como se você estivesse em um cinema, assistindo a um filme.
Sinais de um Medo Irracional:
É intensamente carregado de emoção
Tem um conteúdo cruel, degradante ou delirante
Reflete feridas psicológicas passadas
Diminui a concentração e a perspectiva

Para efeitos de comparação, eu irei compartilhar exemplos radicalmente diferentes de como eu uso os critérios acima. Certa manhã, eu recebi duas chamadas telefônicas de pacientes assustados que afirmavam estar ouvindo vozes. Verdadeiramente, um dia típico em meu consultório! O primeiro veio de Bill, um esquizofrênico que esteve restringindo os seus medicamentos. A “voz” interior de Bill continuava atormentando-o, insistindo que ele era uma má pessoa, que o seu alimento estava envenenado, que o seu filho estava sendo novamente estuprado pela babá. Ao acreditar nestes “delírios” (falsas crenças infundadas), ele ficava absolutamente desequilibrado. Assim Bill continuava chamando a polícia, que enviou uma viatura duas vezes, mas não encontrou nenhuma ameaça. Tolerantes, mas cansados disto, os policiais avisaram que se ele ligasse novamente, eles o internariam em um hospital psiquiátrico. Meu outro paciente, Jean, esteve enfrentando com desespero a doença do seu irmão que sofria de um estágio terminal de AIDS. A “voz” interior de Jean dizia que ela voasse imediatamente para Nova York para se unir a ele, embora ele estivesse recentemente em um estado estável. Ela foi fiel às intuições autênticas: elas foram muito nítidas, e seguiram a progressão típica de serem “percebidas” primeiro e então sentidas.
Os dois pacientes me perguntaram: “O que eu deveria fazer?” Eu pedi à Bill que tomasse os seus medicamentos e ofereci garantias sobre a sua segurança, uma conduta que tinha diminuído o seu medo muitas vezes em nossa década trabalhando juntos. Jean, entretanto, eu apoiei na compra de uma passagem de avião, porque a sua intuição parecia muito iminente, muito certa. Felizmente, ela viajou, apesar do custo e da inconveniência para o seu trabalho. Naquela semana o irmão dela tomou um rumo inesperado para o pior, entrou em coma e morreu em poucas horas. Foi muito doloroso para Jean testemunhar a morte do irmão, mas ela foi capaz de estar ao lado dele naqueles preciosos e derradeiros momentos.
Tente separar medos doentios da intuição. Embora o caso de Bill fosse extremo, você também pode ter alguns medos que o depreciem, ou que o levem ao perigo mal interpretado. Talvez em um acesso de raiva a sua ex-esposa o tenha chamado de “inútil” e você acreditou. Isto não é intuição. Nem é ter medo de ter um câncer, sempre que aparecer uma mancha marrom em sua pele. Além disto, seja cético quanto aos medos de longa data: estes geralmente não são premonições.
Se você é empático emocionalmente, pode ser especialmente complicado verificar quais medos são autênticos, úteis as intuições. Por tenderem a absorver as emoções de outras pessoas, vocês podem assimilar os medos delas, pensando que são seus. Para evitar isto, pergunte a si mesmo: “O medo é meu ou de outra pessoa?” Uma maneira segura de descobrir é se distanciar da fonte. Afaste-se pelo menos 7 metros de distância. Se experimentar alívio, provavelmente você está percebendo o medo do outro. Embora seja bom absorver a coragem e todas as emoções positivas de outros, porque elas irão fortalecê-lo, você não quer absorver a negatividade. Afaste-se, e continue liberando o medo alheio, expirando-o até que o sentimento passe.
Embora algumas apreensões possam estar empaticamente, ligadas aos sentimentos do outro, como estavam as advertências intuitivas distintas de Jean, a variedade mais comum reflete padrões psicológicos negativos arraigados. Para resolver estes, vocês devem saber de onde eles vêm e o que é necessário para se libertarem do seu domínio.
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Autoria: Dra. Judith Orloff
Fonte: http://spiritlibrary.com/dr-judith-orloff/telling-the-difference-between-intuition-and-fear
Olá, Medo – YouTube - http://www.youtube.com/watch?v=ktRMwcksd9k
Tradução: Regina Drumond  (reginamadrumond@yahoo.com.br)
Créditos:  Blog Luz de Gaia
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