fevereiro 14, 2012

Wagner Borges: Curadores Espirituais - Os agentes do alto! (Parte II)

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Curadores Espirituais - Os agentes do alto!      
Canal: Wagner Borges
11/02/2012
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Só é curador espiritual quem confia que suas mãos são de Luz.
Quem sente o toque de outras mãos nas suas, nas ondas do Amor...
Quem sente em sua própria presença visível a inspiração do Invisível Imanente.
Quem sente, em seu coração, Aquela Presença que está em todas as coisas.
O curador responsável e consciente sabe que quem cura não é ele, mas, sim, o Poder da Presença nele...
E também sabe que, muitas vezes, devido a diversas condições cármicas, ele não conseguirá bons resultados em alguns casos.
No entanto, mesmo assim, ele fará o seu trabalho, pois essa é a sua natureza.
E, se suas mãos são de Luz, naturalmente irradiarão energias, sem qualquer julgamento ou condições. Inclusive, porque sabe que o Amor Real é incondicional e permeia a todos os seres.
Mesmo nos casos mais difíceis, ele sabe que a Presença passa sementes espirituais por suas mãos... E tal semeadura sutil terá o seu efeito no momento certo - na Terra, ou além.
O curador lúcido tem noção clara de que matéria é energia condensada (e energia é matéria em estado radiante), e, portanto, sabe que, mesmo se tocar apenas o corpo físico, também tocará a alma (e vice-versa), pois sua ação será sempre no nível energético.
Além disso, consciente de que é emissário da Presença, ele procederá com grande respeito e gratidão, pela chance de realizar a Luz em suas mãos.
Ah, um Grande Amor habita o coração do bom curador... E é tal grandeza espiritual que lhe diz, num sussurro sutil, que, quando ele ajuda alguém, está, na verdade, ajudando a si mesmo.
Porque a Presença está nele e, por isso, suas mãos são duas jóias espirituais.
E, por onde ele for, os seus toques sempre serão de Paz e Luz...
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- Notas:
A Presença - metáfora celta para o Todo que está em tudo. Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: "Isso é um assombro!" - E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano. Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos. Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo.
A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres. Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade. Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro! E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: "Que assombro!"
Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o "terno assombro" que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo. E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegistro, que dizia no antigo Egito: "O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração."
O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê. O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: "Caramba, que assombro!"
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Canal: Wagner Borges
Fonte:  Site Somos Todos Um
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