julho 15, 2012

O alimento da alma e da vida - Autoria: Flávio Bastos

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O alimento da alma e da vida
Autoria: Flávio Bastos
14/07/2012
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Aprendizes na escola da vida, sofremos para aceitar o amor como a energia que preenche os vazios pelos quais padecemos as nossas dores da alma transformadas em sofrimento psíquico.
Vazios existenciais, que pela falta do alimento maior, geram desequilíbrios psíquico-espirituais representados pelas patologias humanas em consonância com a as leis que orientam a vida inteligente do universo.
Desconhecimento que resulta em crises que desestabilizam seres inteligentes por não usarem o seu potencial expansivo em benefício de si próprio e do bem comum.
Bem de todos que deveria ser a referência de uma sociedade próspera e feliz. Felicidade alicerçada na prática do amor fraternal.
Como decorrência do desvio de percurso de nossas trajetórias vitais, criamos ilusões, que como o efeito de uma droga, nos satisfaz momentaneamente enquanto a ressaca não nos consome... até a próxima dose, num interminável ciclo de experiências frustrantes no âmbito do amor.
Embora dotados de uma fantástica capacidade de expansão da consciência, não conhecemos nem 40% do funcionamento de nosso cérebro e as suas conexões com a dinâmica espiritual e cósmica.
Preferimos a vida de experiência superficial ou de aparência, que emana de uma visão distorcida do ego e seus parentes próximos: o egoísmo, o orgulho e a vaidade. Condição que nos prende à energia da matéria e que nos limita a visão de universo e a compreensão da vida de uma forma mais intensa e profunda.
O vazio de amor que nos desequilibra, revela o vácuo, o quase-nada que resta de relações que perderam-se nos labirintos do desconhecimento de si mesmo e do outrem. Migalhas que tentamos compensar na busca de gratificações através de novos relacionamentos.
Repentinamente, sem aviso prévio, a insatisfação invade a nossa intimidade, revelando lacunas e verdades escondidas pelos mecanismos inconscientes que protegem-nos da lembrança de fatos traumáticos. Dor psíquica que revela-se real em forma de vazio não preenchido pelo alimento da alma, o amor.
Passam-se séculos e a procura continua, desorientada, às cegas pela falta de Luz que ilumine o rumo mais seguro a ser trilhado. Até o momento, que sofridos de tantos tropeços, perdas e desilusões, sentimos que a luz esteve sempre próxima de nós, embora não a tivéssemos percebido com os "olhos de ver".
Vazios são como estradas que não levam a lugar algum. Lugares que ninguém transita, exceto o próprio indivíduo à procura de algo inacessível pela sua percepção ainda muito dependente das necessidades do ego.
No entanto, vazios não duram para sempre. Nem se eternizam no nada absoluto. São transitórios, porque não há mal ou sofrimento que resista à energia do despertar de consciência.
Despertar que revela a energia do amor envolvente, expansivo, que preenche lacunas, tranquiliza mentes, pacifica corações e harmoniza o ser.
Quando o indivíduo encontra o alimento da alma e da vida, ele nutre as pessoas que ama e torna-se uma fonte de energia que ilumina a vida de muita gente. Portanto, ame, para que seus filhos e os filhos de seus filhos sejam multiplicadores do alimento da alma. Quanto mais amor semeamos, menos tristeza, ódio e doenças encontraremos espalhados pelo mundo.
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Autoria: Flávio Bastos (15/07/2012)
Email: flaviolgb@terra.com.br
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=31231
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